A pandemia do coronavírus quebrou meu dente?

Índice
Compartilhe

A pandemia do coronavírus quebrou meu dente?

Mas como um vírus que se espalha pelo ar e pode levar complicações respiratórios se relaciona a problemas odontológicos?

Houve um aumento evidente nos casos de dentes quebrados durante a quarentena, embora não exista um levantamento consolidado.

As ocorrências atendidas nos primeiros meses do isolamento, quando as clínicas serviam apenas a urgências, foram desse tipo, e a tendência segue desde então. A principal hipótese é a de que o estresse e as diferentes emoções que vêm a tona neste momento de crise social, econômica e psicológica provoquem problemas bucais.

Se o dente está fraco, a sobrecarga o quebra. Se o dente estiver forte, ele pode não quebrar, nem desgastar, mas vai mudar de posição, começar a ter movimentação dentária. O terceiro caso mais comum, quando o dente é forte e a raiz aguenta a movimentação, vai estourar na articulação.

O estresse pode causar, inconscientemente, apertamento dos dentes acordado ou provocar o ranger de dentes durante o sono, conhecido como bruxismo.

Em geral, o dente quebrado é o primeiro efeito dessa tensão muscular. Se o osso resistir ao estresse, sua raiz pode ficar sobrecarregada, e o dente ficar mole ou se movimentar. Outro reflexo podem ser as dores musculares, tanto na mandíbula quanto em partes do corpo relacionadas. Também é comum pacientes manifestarem mais de um desses sintomas.
Outro fator importante, é que ao mesmo tempo que a pandemia fez com que alguns aumentassem os cuidados de limpeza, outros descuidaram da saúde bucal. “Muitos problemas pioram ou não estão sendo tratados porque as pessoas têm medo de ir ao dentista. Mas é seguro!

Mais sobre isso